O Caldo Verde tem origem no Minho, apesar de ser servido a nível nacional enquanto componente da gastronomia portuguesa. Descrito por uma diversidade de poetas e escritores portugueses como Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão, Correia de Oliveira e até Fernando Pessoa foi adepto deste saboroso caldo que junta o sabor da batata com a couve-galega, numa mistura única acompanhada de uma rodela de chouriço.

Fotografia : Mateus Hidalgo
Amália, a célebre e imortalizada fadista lusa, faz uma clara alusão no seu fado “Uma Casa Portuguesa” ao Caldo Verde. Desta iguaria, faz ainda parte em termos de condimentos azeite ( que Portugal tanto produz à séculos ), água, alho, cebola e sal ao gosto.
O Caldo Verde tradicionalmente era preparado com um pote de ferro e colher de pau, sendo servido posteriormente em tigelas de barro tipicamente portuguesas. No Norte ou em plena cidade de Lisboa é possível a sua prova, sendo uma das Sete Maravilhas da Gastronomia Portuguesa 2011. Quem não gosta de um bom Caldo Verde quente, a deitar fumo à mesa?
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